... desabafos. alguns sem pensar... outros pensados demais... muita parvoíce também... eboesteves@gmail.com
2006/02/10
2006/02/09
ps-não fosse o petróleo (e principalmente a dependência do ocidente do crude dos seus derivados) e, se calhar, as coisas eram diferentes!?
2006/02/08
ps-obrigado pela menção "honrosa".
2005/12/28
2005/12/22
2005/11/22
2005/11/04
Uma vez que: A bitola dos caminhos de ferro (distância entre os 2 trilhos) dos Estados Unidos é de 4 pés e 8,5 polegadas. Porque foi usado este número? Porque era esta a bitola dos caminhos de ferro ingleses e, como os caminhos de ferro americanos foram construídos pelos ingleses, esta medida foi a usada. Porque é que os ingleses usavam esta medida? Porque as empresas inglesas que construíam os vagões eram as mesmas que construíam as carroças antes dos caminhos de ferro e utilizaram as mesmas bitolas das carroças. Porque era usada a medida (4 pés e 8,5 polegadas) para as carroças? Porque a distância entre as rodas das carroças deveria caber nas estradas antigas da Europa que tinham esta medida. E por que tinham as estradas esta medida? Porque estas estradas foram abertas pelo antigo Império Romano aquando das suas conquistas, e estas medidas eram baseadas nos carros romanos puxados por 2 cavalos. E porque é que as medidas dos carros romanos foram definidas assim? Porque foram feitas para acomodar 2 traseiros de cavalo! Finalmente... O vaivém espacial americano, o Space Shuttle, utiliza 2 tanques de combustível (SRB - Solid Rocket Booster) que são fabricados pela Thiokol no Utah. Os engenheiros que projectaram estes tanques queriam fazê-lo mais largos, porém, tinham a limitação dos túneis ferroviários por onde eles seriam transportados, que tinham as suas medidas baseadas na bitola da linha, que estava limitada ao tamanho das carroças inglesas que tinham a largura das estradas europeias da época do Império Romano, que tinham a largura do cú de 2 cavalos. Conclusão: O exemplo mais avançado da engenharia mundial em design e tecnologia é baseado no tamanho do cú do cavalo romano!
2005/10/18
Um Crime ou Uma história de 2 aeroportos (por Miguel Sousa Tavares).
Áreas: Aeroporto de Málaga: 320 ha, Aeroporto de Lisboa: 520 ha;
Pistas: A. Málaga: 1 pista; A. Lisboa: 2 pistas;
Tráfego (2004): A. Málaga: 12 milhões de passageiros, taxa de crescimento, 7 a 8% ao ano, A. Lisboa: 10,7 milhões de passageiros, taxa de crescimento 4,5% ao ano;
Soluções para o aumento de capacidade: A. Málaga: 1 novo terminal, investimento de 191 milhões de euros, capacidade 20 milhões de passageiros/ano. O aeroporto continua a 8 Km da cidade e continua a ter uma só pista; A. Lisboa: 1 novo aeroporto, com 3.000 a 5.000 milhões de euros, solução faraónica a 40Km da cidade.
É o que dá sermos ricos com o dinheiro dos outros e pobres com o próprio espírito; ou então alguém tem de tirar os dividendos dos terrenos comprados nos últimos anos. Ninguém investiga isto? E sabem quem é o dono dos terrenos da Ota... Pois é... Mário Soares. Sabem agora porque é que ele se vai recandidatar ?!! Porque o negócio com o Cavaco Silva na presidência poderia ser inviabilizado. É preciso fazer alguma coisa. Pelo menos divulguem!
2005/10/17
2005/10/04
2005/09/28
O cidadão português ideal:... parece fácil mas não é. no entanto, há quem consiga isto e muito mais!
* tem uma pensão de 1600 contos (ca. 8000 Euros) por mês como os políticos;
* tem dois meses de férias como os juízes;
* reforma-se aos 57 anos como os polícias;
* acumula um lugar de vogal na Fundação Luso-Americana com o seu emprego, como o dr. Vítor Constâncio;
* tem o sistema de saúde da EDP;
* tem uma verruga mais uma dioptria no olho esquerdo, e mais outro achaque qualquer para chegar aos 80 por cento de deficiência e quase não paga impostos;
* tem a esposa na TAP e viaja com descontos;
* tem um pai militar e faz as compras na Manutenção Militar;
* e possui um cartão do PS e outro do PSD pelo que arranja sempre um«tacho».
2005/09/15
2005/09/13
2005/09/12
2005/09/06
2005/08/26
Uma criança para o pai:
- Pai, o que é a Páscoa?
- Ora, Páscoa é ...... bem... é uma festa religiosa!
- Igual ao Natal?
- É parecido. Só que no Natal comemora-se o nascimento de Jesus, e na Páscoa, se não me engano, comemora-se a sua ressurreição.
- Ressurreição?
- É, ressurreição. Maria, vem cá!
- Sim?
- Explica a esta criança o que é ressurreição para eu poder ler o meu jornal descansado.
- Bom, meu filho, ressurreição é tornar a viver após ter morrido. Foi o que aconteceu com Jesus, três dias depois de ter sido crucificado. Ele ressuscitou e subiu aos céus. Entendido?
- Mais ou menos ........ Mãe, Jesus era um coelho?
- Que é isso menino? Não me digas uma coisa destas! Coelho! JesusCristo é o Pai do Céu! Nem
parece que este menino foi baptizado! Jorge, este menino não pode crescer assim, sem ir à missa pelo menos aos domingos. Até parece que não lhe demos uma educação cristã! Já pensaste se ele diz uma asneira destas na escola? Deus me perdoe! Amanhã vou matricular esta criança na catequese!
- Mãe, mas o Pai do Céu não é Deus?
- É filho, Jesus e Deus são a mesma coisa. Vai estudar isso na catequese. É a Trindade. Deus é Pai, Filho e Espírito Santo.
- O Espírito Santo também é Deus?
- É sim.
- E Fátima?
- Sacrilégio!!!
- É por isso que na Trindade fica o Espírito Santo?
- Não é o Banco Espírito Santo que fica na Trindade, meu filho. É o Espírito Santo de Deus. É uma coisa muito complicada, nem a mãe entende muito bem, para falar a verdade nem ninguém, nem quem inventou esta asneira a compreende. Mas se perguntares à catequista ela explica muito bem!
- Bom, se Jesus não é um coelho, quem é o coelho da Páscoa?
- (a gritar) Eu sei lá! É uma tradição. É igual ao Pai Natal, só que em vez de presentes, ele traz ovinhos.
- O coelho põe ovos?
- Chega! Deixa-me ir fazer o almoço que eu não aguento mais!
- Pai, não era melhor que fosse galinha da Páscoa?
- Era, era melhor, ou então peru.
- Pai, Jesus nasceu no dia 25 de Dezembro, não é? Que dia é que ele morreu?
- Isso eu sei: na sexta-feira santa.
- Que dia e que mês?
- ??????? Sabes que eu nunca pensei nisso? Eu só aprendi que ele morreu na sexta-feira santa e ressuscitou três dias depois, no sábado de aleluia.
- Um dia depois por tanto!
- (a gritar) Não, filho, três dias!
- Então morreu na quarta-feira.
- Não! Morreu na sexta-feira santa... ou terá sido na quarta-feira de cinzas? Ah, miúdo, já me confundiste! Morreu na sexta-feira e ressuscitou no sábado, três dias depois! Como!?!? Como!?!? Pergunta à tua professora da catequese!
- Pai, então por que amarraram um monte de bonecos de pano na rua?
- É que hoje é sábado de aleluia, e a aldeia vai fingir que vai bater em
Judas. Judas foi o apóstolo que traiu Jesus.
- O Judas traiu Jesus no sábado?
- Claro que não! Se ele morreu na sexta!!!
- Então por que eles não lhe batem no dia certo?
- É uma boa pergunta.
- Pai, qual era o apelido de Jesus?
- Cristo. Jesus Cristo.
- Só?
- Que eu saiba sim, porquê?
- Não sei, mas tenho um palpite de que o nome dele tinha no apelido Coelho. Só assim esta coisa do coelho da Páscoa faz sentido, não achas?
- Coitada!
- Coitada de quem?
- Da tua professora de catequese!!!!!!
2005/08/25
2005/08/24
ps - eu sei que ver tv "de rajada" faz "mal à saúde" mas é só uma série ou um filmezito!
ps2 (não, não me refiro à consola!) - de entre as séries que "passam a horas decentes" destaco a hora discovery (ca. das nove?!), sete palmos..., os sopranos (será que vem aí a nova série de episódios?), e a educação de max bickford (em reposição na dois a partir das 23 horas?).
2005/08/23
2005/08/19
«Entendi promover esta conferência de imprensa, não para falar do meu futuro, mas para informar que chegou ao fim, por mútuo acordo, o diferendo que me opunha ao Benfica. A todos os benfiquistas, as minhas desculpas públicas por esta situação. Fui um atleta que sempre honrou o clube. Ajudei a ganhar o título de campeão nacional, ao qual devo grande parte do meu sucesso. Espero que a imcomparável massa associativa do Benfica me perdoe, pelo meu comportamento menos avisado. A todos os colegas, dirigentes e funcionários, o meu muito obrigado (...) Reconheço que a estratégia por mim defendida e pelos meus representantes não foi a mais adequada. Reconheço ainda que algumas pessoas, que julgava serem especialistas, se quiseram aproveitar de mim, na pura perspectiva de fazer fortuna à minha custa. Estou arrependido pelo facto de ter envolvido o Benfica e os seus adeptos numa discussão pública, aproveitada de forma injusta, mas nunca foi esse o meu desejo. Aproveito para agradecer a todos, em especial ao sr. Luís Filipe Vieira, pelo apoio e pela contribuição para a resolução deste processo.»ps - após a leitura do comunicado afirmou que tinha sido "obrigado" a isso! bonito!!
2005/08/18
2005/08/12
2005/08/09
palavras para quê!? vê-se do espaço (procurar em http://earthobservatory.nasa.gov/). os incêndios devem "valer a pena", segundo percebi dos media, no ano passado cerca de 40% dos fogos tiveram origem não-natural, entre negligência das pessoas e avionetas suspeitas a lançarem "coisas" que, por acaso, precedem os fogos que lavram em locais praticamente inacessíveis. leia-se, por exemplo, o artigo de opinião de josé gomes ferreira (sub-director de informação da sic).
2005/08/04
"animado pelo anúncio da recandidatura de mário soares à presidência da república, o nosso querido eusébio já confirmou o seu regresso à selecção. por seu turno, antónio calvário começou a ensaiar o tema que vai levar ao festival da eurovisão de 2006. no caso de rosa mota, a atleta portuense reconheceu não ter tempo para se preparar devidamente para os jogos olímpicos, a disputar na alemanha, em 2008, pelo que resolveu adiar o seu regresso para os jogos de paris, em 2012, onde participará na maratona e nos 10.000. finalmente, portugal em movimento..." (autor desconhecido).
2005/07/13
2005/07/11
2005/07/06
2005/07/05
2005/02/23
2005/02/11
2005/02/10
2005/02/07
2005/01/11
2005/01/07
2005/01/04
2004/12/22
2004/05/25
2003/10/23
Milagre português
«São excelentes as condições socioeconómicas em Portugal no início de 2003.» Esta é a primeira frase no último relatório da Fundação Richard Zwentzerg. Este instituto internacional dedicado aos estudos lusitanos, cujos textos só são acessíveis no DN, está exuberante sobre as perspectivas próximas do nosso país, ao contrário da generalidade dos analistas. As causas disso são surpreendentes. O volume descreve a situação em termos muito semelhantes aos habituais. Os primeiros capítulos são próximos dos homólogos nas análises da Comissão Europeia, OCDE, Banco de Portugal, etc. Refere-se que o País está em recessão conjuntural e no meio de várias dificuldades estruturais. Nos problemas de curto prazo estão o endividamento nacional, a fragilidade financeira, a subida do desemprego e da pobreza, os problemas orçamentais, as más condições internacionais. No horizonte mais longo, menciona-se a baixa produtividade, os desafios da integração europeia e a ameaça de Espanha, a falta de atenção à imigração, os problemas na educação, justiça, saúde, função pública e, em geral, os bloqueios criados pela regulamentação estatal.
É no capítulo 5 que começam as grandes diferenças. Porque, depois deste quadro negro, o relatório retira dele as melhores previsões. «Este enquadramento perspectiva a mais auspiciosa evolução dos últimos 20 anos», diz o texto. «A fundação está mesmo a preparar todos os seus recursos para documentar, pela primeira vez ao vivo e em directo, o famoso "milagre português" que tantos têm citado». As causas deste esfusiante entusiasmo vêm detalhadas logo a seguir. «Portugal só consegue grandes avanços quando as condições são completamente adversas e ninguém sabe como resolver a situação. Foi assim no século XV e XVI, quando o minúsculo Portugal construiu o primeiro império mundial contra tudo e todos, e em meados do século XVII, quando foi das poucas zonas que se libertou do esmagador poderio espanhol. Foi assim nos anos 1960 em que, apesar da guerra e da maciça emigração, bateu recordes de crescimento. Foi assim em 1975 depois do choque do petróleo, da revolução e da perda das colónias, ao conseguir consolidar a democracia. Ou em 1986, em que o País mais pobre de sempre a entrar na CEE até hoje ganhou um lugar destacado na Europa. Esses momentos são, ao mesmo tempo, as ocasiões de maior perigo e de maior realização dos portugueses.»
Mas este factor tem outra face. «Pelo contrário, quando tudo corre bem e as perspectivas são as melhores, os lusitanos caiem no desastre. Foi assim quando o império estava no auge em 1580 e se perdeu a independência, e com D. João V ao esbanjar o ouro do Brasil. Mais recentemente, foi assim no início dos anos 1970 quando apodreceu o regime, ou de 1980 a 1983 quando, confiante na democracia assegurada, gerou a recessão que quase comprometeu a adesão à Europa. Até a crise actual foi também fabricada no período dourado da economia mundial de 1995 a 2001, que Portugal aproveitou para desperdiçar a oportunidade e se perder numa montanha de endividamento, despesa pública e regulamentação.» E o texto conclui: «A causa do paradoxo é simples: os portugueses nunca planeiam, mas são geniais improvisadores. E deixam tudo para a última hora. Assim, os próximos vão ser meses difíceis. O sofrimento será mesmo grande. Mas é só nessas ocasiões que os portugueses fazem milagres.»
naohaalmocosgratis@fcee.ucp.pt [Retirado de Diário de Noticias, 17/03/2003 ]
Para quem já tem mais de 25 anos (se calhar 30 anitos)... faz pensar que até tivemos sorte.... Olhando para trás, é difícil acreditar que estejamos vivos. Nós viajávamos em carros sem cintos de segurança ou air bag. Não tivemos nenhuma tampa à prova de crianças em frascos de remédios, portas, ou armários e andávamos de bicicleta sem capacete, sem contar que pedíamos boleia.
Bebíamos água directamente da mangueira e não da garrafa. Gastámos horas a construir os nossos carrinhos de rolamentos para descer ladeira abaixo e só então descobríamos que nos tínhamos esquecido dos travões. Depois de colidir com algumas árvores, aprendemos a resolver o problema. Saíamos de casa de manhã, brincávamos o dia inteiro, e só voltávamos quando se acendiam as luzes da rua. Ninguém nos podia localizar. Não havia telemóveis. Nós partimos ossos e dentes, e não havia nenhuma lei para punir os culpados.
Eram acidentes. Ninguém para culpar, só a nós próprios. Tivemos brigas e esmurramos uns aos outros e aprendemos a superar isto. Comemos doces e bebemos refrigerantes mas não éramos obesos. Estávamos sempre ao ar livre, a correr e a brincar. Compartilhámos garrafas de refrigerante e ninguém morreu por causa disso. Não tivemos Playstations, Nintendo 64, vídeo games, 99 canais a cabo, filmes em vídeo, surround sound, telemóveis, computadores ou Internet. Nós tivemos amigos. Nós saíamos e íamos ter com eles. Íamos de bicicleta ou a pé até casa deles e batíamos à porta. Imaginem tal uma coisa! Sem pedir autorização aos pais, por nós mesmos! Lá fora, no mundo cruel! Sem nenhum responsável! Como conseguimos fazer isto?
Fizemos jogos com bastões e bolas de ténis e comemos minhocas e, embora nos tenham dito o que aconteceria, nunca nos caíram os olhos ou as minhocas ficaram vivas na nossa barriga para sempre. Nos jogos da escola, nem toda a gente fazia parte da equipa. Os que não fizeram, tiveram que aprender a lidar com a decepção... Alguns estudantes não eram tão inteligentes quanto os outros. Eles repetiam o ano! Que horror! Não inventavam testes extras. Éramos responsáveis por nossas acções e arcávamos com as consequências. Não havia ninguém que pudesse resolver isso. A ideia de um pai nos protegendo, se desrespeitássemos alguma lei, era inadmissível! Eles protegiam as leis! Imaginem!
A nossa geração produziu alguns dos melhores compradores de risco, criadores de soluções e inventores. Os últimos 50 anos foram uma explosão de inovações e novas ideias. Tivemos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade, e aprendemos a lidar com isso. Tu és um deles. Parabéns! Passem isto para outros que tiveram a sorte de crescer como crianças!
desculpem não resisti!
2003/10/03
ora bem, isto não me parece bem! mesmo que tudo (ou parte) não seja ilegal, é vergonhoso! e não me venham com "sim, mas são coisas pequenas!" ou "pois, mas agora pagam os justos pelos pecadores" e outros provérbios que tais!! independentemente da necessidade de se prestar o serviço público em tempo útil e nas melhores condições, e de todos sabermos que nem sempre se cumprem as (talvez muitas?) normas de conduta e/ou execução de tarefas no sector público e actividades conexas, isto não abona a favor dos "agentes do estado".
2003/09/08
nos blogues mais famosos (ou de gente mais famosa) reflecte-se a organização social predominante em portugal: todos são conhecidos de todos. é certo que a matemática (designadamente a teoria dos grafos: ver crónica "o mundo é pequeno" do jorge buescu) "explica" o facto de entre quaisquer duas pessoas existirem até seis pessoas "intermédias" (entre qualquer um de nós e o jorge buxe existem no máximo seis pessoas - só de pensarmos nisso dá pele de galinha....). de facto, cada um de nós vive "rodeado" de, e relaciona-se com, amigos e familiares que exercem outras actividades. infelizmente esses desempenhos têm reduzida importância mediática, porque senão poderiamos almejar outros vôos! "curiosamente" lêem-se, ouvem-se e vêem-se pessoas (famosas porque lhes dão "tempo de antena" para escrever, dizer ou fazer) a dizerem bem (ou mal) de outra(s) pessoa(s) e muitas vezes não nos apercebemos (ou não dão hipótese para isso) de que são familiares ou amigos chegados! quantos casos de relação pai-filho, marido-mulher, tio-sopbrinho, professor-aluno, amigos-de-escola, colegas-de-curso, etc. nos tentam impingir! não quero criticar essas relações, o que quero é salientar o seguinte: não é possível emitir um juízo isento acerca de alguém (ou de algo) que nos é próximo! desculpem-me os psicólogos se estou a escrever uma grande asneira que vai contra os paradigmas actuais da psicologia moderna mas... não concebo um marido ser isento acerca da mulher, o comentário dum pai ser independente da sua relação com um filho ou a crítica dum colega de curso não tomar em consideração a ideia que se tem dessa pessoas dos tempos de escola! por isso, desde que me apercebi da emergências dessas relações em diversos comentários (apesar dos intervenientes ostentarem nomes (profissionais) diferentes) tomei muito mais cuidado na assimilação desses comentários! tentem descobrir essas relações entre os políticos, altos funcionários do estado e de grandes empresas, entre o "pessoal" dos meios de comunicação (jornalistas, comentadores, analistas, etc.), entre os desportistas e artistas mais "famosos", entre os profissionais liberais de renome, etc.
ps-no fim, fiquei com o travo a fel na garganta...














